Definición.de

raciocínio é o processo e o resultado do raciocínio. Este verbo, por sua vez, consiste em organizar e estruturar as ideias para chegar a uma conclusão. Por exemplo: “acho que seu raciocínio está incorreto: Mariano não deveria ter feito isso em nenhuma circunstância”, “não entendo qual é o seu raciocínio”, “meu filho, em muitas ocasiões, me surpreende com seus raciocínios”.

um raciocínio, portanto, implica uma certa atividade mental que deriva no desenvolvimento de conceitos. Esses conceitos podem ser empregados para fins persuasivos ou para realizar uma certa demonstração.

o raciocínio, em suma, possibilita a resolução de problemas e a aprendizagem através da lógica, da reflexão e de outras ferramentas. De acordo com a atividade mental em questão, é possível diferenciar entre mais de uma classe de raciocínio.

o raciocínio lógico consiste em partir de um determinado julgamento para determinar se outro é válido, possível ou falso. Como a lógica é responsável pelo estudo dos argumentos, ela também participa indiretamente no estudo do raciocínio. O normal é que os julgamentos nos quais se apoia um raciocínio sirvam para expressar conhecimentos prévios ou, pelo menos, que tenham sido expostos como hipóteses.

Dentro deste grupo, pode-se falar dos seguintes tipos de raciocínio, entre outros:

* raciocínio indutivo: também é conhecido pelo nome de lógica indutiva e tem o objetivo de estudar as provas que tornam possível a medição de probabilidade de regras para gerar argumentos indutivos sólidos, bem como a medição dos próprios argumentos. Distingue-se do raciocínio dedutivo, descrito abaixo, na medida em que não oferece ferramentas para decidir se um argumento é válido ou não. Portanto, o conceito de força indutiva é usado, que serve para descrever a probabilidade de uma conclusão ser verdadeira se suas premissas forem verdadeiras;

* raciocínio dedutivo: no âmbito da lógica, esse tipo de raciocínio representa um argumento no qual a conclusão das premissas deve ser inferida. Formalmente, é possível definir as deduções como sequências finitas de fórmulas, nas quais a conclusão (da dedução) é a última delas, e todas são premissas, axiomas ou surgem de inferir diretamente de algumas das prévias através de certas regras, denominadas de transformação ou de inferência, as quais são funções que analisam a sintaxe das premissas e produzem uma conclusão;

* raciocínio abdutivo: é um tipo de raciocínio que começa quando se descreve um fenômeno ou um evento e permite chegar a uma hipótese que ofereça uma explicação para seus possíveis motivos ou razões através das premissas obtidas. Segundo o lógico, cientista e filósofo Inglês Charles Sanders Peirce (retratado na imagem acima), a quem consideram o fundador e o pai do pragmatismo e da semiótica moderna, devemos nos referir aos raciocínios abdutivos usando o termo conjecturas. As conjecturas tentam ser a explicação mais provável ou correta a olho nu.

o raciocínio argumentativo, por sua vez, está associado aos argumentos ligados à produção da linguagem. Um argumento, nesse sentido, expressa em palavras o resultado de um raciocínio.

Podemos ver como funciona um raciocínio em vários exemplos. Suponha que um homem sentado na praia analise a possibilidade de nadar por um tempo no mar. Enquanto ele está na areia, ele observa como um salva-vidas (salva-vidas) resgata um banhista que estava sendo arrastado pela corrente. Cinco minutos depois, uma cena semelhante é repetida. Da costa, o homem finalmente decide não entrar no Oceano: seu raciocínio indica que é um dia perigoso para nadar.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.